O fim do mundo pode estar na sua comida

O fim do mundo pode estar na sua comida

O fundador da Microsoft, o multimilionário Bill Gattes, previu em palestra na Alemanha que o mundo tem que se preparar para a possibilidade de uma pandemia. Ou seja: uma gigantesca epidemia que pode matar cerca de 30 milhões de pessoas em menos de um ano.

E as previsões em relação ao suposto risco de fim do mundo continuam. Mas para o site e o canal Magra e Bela com Saúde, o fim do mundo pode estar na alimentação.

Vamos ver isso agora.

Se você quiser mais informações sobre o alerta de Bil Gattes, pode acessar meu canal Gerson Menezes. O link também está na tela final deste vídeo.

Se preferir, assista ao vídeo sobre este artigo. Ou então continue lendo mais abaixo.

Mas o nosso caso é alimentação, e já existe também uma corrente que defende a convicção de que são tantos os absurdos na nossa alimentação do dia a dia que isso faria parte de um grande complô. Um complô de poderosos que querem eliminar a maior parte da população da face da terra, para que esses poderosos possam tomar conta de tudo.

Bom, é lógico que todo mundo conclui que isso faz parte da famosa teoria conspiratória, como a gente explicou no vídeo que está postado no outro canal.

Mas pense sobre dois aspectos: mesmo que essa história de eliminar a população seja verdade, ninguém vai confessar. Impossível achar que um representante desses poderosos vai dar entrevista nos meios de comunicação e admitir: “Sim, queremos matar a maior parte da população, que esses mais de 7 bilhões de habitantes já passam de qualquer limite aceitável, ainda mais quando se sabe que a maior parte é de pobres ou de miseráveis”.

Impossível imaginar alguém confessando uma coisa dessas.

Mas vamos a outro aspecto: a parte da alimentação, que é o que nos interessa.

Quando você vê uma emissora poderosa promover um programa em que uma entrevistada, supostamente uma autoridade em nutrição, vem a público para dizer que o óleo de coco é prejudicial e ainda tem a ousadia (ou o cinismo) de inclusive jogar o óleo de coco no lixo, é de se pensar: o que é que pode estar por trás de uma campanha contra um produto da qualidade de um óleo de coco?

Nós por sinal, em um vídeo que já está sendo programado, vamos falar sobre o coco, esse fruto maravilhoso que faz só bem para o nosso organismo e é cheio de riquezas.

Mas essas suspeitas não acabam por aí.

Agora resolveram divulgar com grande alarde que o sal rosa do Himalaia contém flúor. Mas se esquecem de dizer que a água que você bebe contém uma concentração muito maior e a pasta de dentes com a qual você escova os dentes todos os dias, ou até várias vezes por dia, contém uma concentração infinitamente maior do que a do sal rosa do Himalaia. Um sal especial que, por sua vez, é também infinitamente mais saudável do que esse sal que se compra no supermercado e que passa por dois processos químicos, o refinamento e o branqueamento, e para isso usa química, é lógico.

E nesse processo industrial do sal refinado, se retira tudo o que o sal tinha de precioso, como vitaminas e sais minerais, além do magnésio, sabendo-se que a imensa parte da população tem carência desse mineral no organismo.

E estamos evidentemente falando das qualidades do sal rosa do Himalaia verdadeiro, pois já existem falsificações dos bandidos, que acrescentam corante ao sal grosso para parecer que é o sal rosa do Himalaia.

Então, quanto a isso, faça um teste bem simples. Este aqui: coloque duas colheres de sal rosa do Himalaia num copo d’água. Se a água ficar com uma forte cor rosada, o sal é falso, pois é o corante que se dissolveu na água. No caso do sal rosa do Himalaia esse “tingimento” da água não ocorre, evidentemente.

Mas as nossas suspeitas não param por aí. Não é mistério para ninguém que o refrigerante é uma bebida altamente maléfica, mas pertence a uma indústria poderosíssima.

Eu sempre tive a curiosidade de saber se os donos de fábricas de refrigerante dão essa bebida para os próprios filhos. Se eles conhecem os malefícios do refrigerante, e evidentemente que conhecem, não dão para os filhos deles não. A não ser que não gostem dos próprios filhos.

Já manifestamos em outras ocasiões que ninguém precisa se sacrificar para comer alimentos saudáveis. Verduras e legumes bem preparados ficam deliciosos, e não somos da corrente natureba que preconiza a total eliminação da carne. Apenas chamamos a atenção para o fato de que qualquer excesso é prejudicial, e que, portanto, comer carne em excesso não faz bem, assim como todos os excessos não fazem bem.

Mas o que está acontecendo com a nossa alimentação parece mesmo coisa de quem quer acabar com a raça humana.

A última que eles cometeram agora foi a de alardear, com base numa pesquisa que nem foi concluída e sobre a qual os próprios pesquisadores disseram que as possíveis conclusões ainda são meramente especulativas, que o glúten, uma substância reconhecidamente de alta toxicidade, teria o suposto benefício de impedir a concentração de metais como o arsênio e o mercúrio no organismo.

Ou seja: uma autêntica propaganda pró-glúten, pois obviamente o objetivo é que as pessoas parem de excluir o glúten da dieta.

Lembra do pacotinho que diz sempre “não contém glúten”?

Pois é, continue preferindo que não contenha glúten, e continue evitando os transgênicos.

Não vou dizer aqui que é complô contra a humanidade. Mas que eles não merecem confiança, não merecem.

Continue firme em excluir todos esses venenos da sua dieta.

 

 

 

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